01 febrero, 2010

Comendo ao mais puro estilo português: bitoque em uma pastelaria

Depois de visitar o Museu Gulbenkian, quer comer super bem e barato? Caminhe em direção ao “El Corte Inglês”, em frente à entrada principal e ao lado de uma boca de metrô você vai encontrar a Pastelaria Ponto Azul. Nós entramos porque o Tom percebeu que os trabalhadores do Corte Inglês entravam em grupos, e que estava lotada. Isto deveria significar boa comida a bom preço. Dito e feito!

Pastelaria Lisboa

Tivemos nosso primeiro encontro com uma comida típica de Portugal, o bitoque. Um filé de carne preparado com alho, azeite e sal, que se faz acompanhar por batatas fritas, arroz e salada. E o bitoque mais tradicional leva “em suas costas” um ovo frito. O meu que já era uma variação vinha com um molho branco dos deuses!

bitoque

bitoque

Para beber, suco de laranja natural e para terminar, café. E como foi? Sabe aquele gostinho de comida caseira, tudo bem temperadinho, feito no capricho. Foi um momento relax perfeito depois do deleite artístico do museu. Até aquele momento o dia estava sendo redondo!



Nossa conta: 17,95€, e satisfação total. Porque além de comer bem, o garçom era amável e estava sempre pendente de nós, apesar da casa estar lotada! Para escolher o que ia comer, utilizei a velha técnica do “olha nos pratos dos vizinhos”, e desta mneira chegamos ao bitoque (risos). Do bitoque caimos quase que diretamente no metrô, porque ainda era cedo e o dia prometia mais surpresas!?

Leia também:
Lisboa com muita arte: Museu Gulbenkian
Pastéis de Belém – indescritivelmente bons!

fotos: turomaquia_2009

8 comentarios:

Paula* dijo...

Patricia, eu estou achando maravilhosa sua viagem pela "terrinha querida"!
Em março, se Deus quiser, estarei lá com a família e levo várias das suas dicas na minha pastinha!
Esse restaurante é outra dica preciosa, pois viajando com crianças essa comidinha gostosa, guase caseira, agrada e todos!
Adoro o blog!
Bjks ;)

Patricia de Camargo dijo...

Oi Paula,
ainda vou dar mais dicas de restaurantes e pastelarias. Qual a idade das crianças? Oxala em março o frio já esteja dando uma trégua! Apesar de que a temperatura em Lisboa era agradável, fazia frio mas nada insuportavel!
Beijos e agradeço seus comentários!

Anónimo dijo...

Qundo era pequena comia muito bitoque. A caminho dos 50, e com a cartilha da alimentação saudável muito na cabeça, não misturo duas proteínas e dois hidratos no prato, ainda por cima sem legumes...
Mas reconheço que é saboroso (tenho saudades desses paladares) e, quando viajo, "marcha tudo" (expressão portuguesa que significa "o que vier, morre", ou seja come-se o que houver) e acabam-se as esquisitices.
Isabel O.

Paula* dijo...

Patricia,
Idades das crianças: 4 e 11 anos.
Eu tb estou torcendo para que esquente um pouquinho por lá...não aguento tempo muito frio!
Bjks ;)

Patricia de Camargo dijo...

Paula, não deixe de visitar com elas o Oceanario, elas vão amar! E está pensando em ir a Sintra?
Beijos

Andre Muniz dijo...

que legal. Também comi nesse lugar. A minha descoberta se deu totalmente por acaso, justamente porque o lugar fica fora de qualquer rota turística. E foi uma grata surpresa. Os donos são extremamente simpáticos e um deles me contou que tinha passado lua-de-mel no Brasil na década de 70. Tomei café-da-manhã e almocei lá duas vezes. Por incrível que parece, em 10 dias de Portugal, foi lá que comi o melhor bacalhau da viagem.

Patricia de Camargo dijo...

André que coincidência mais legal. Realmente o lugar tem uma qualidade e tanto, e o melhor, o pessoal é muito querido. Comemos super bem, mas nosso lugar favorito da viagem foi um restuarante de Sintra ... ai, ai, ai ... em breve vou postar sobre ele! Você visitou Sintra?

André Muniz dijo...

Patrícia, infelizmente não fui a Sintra. A propósito, pertinho do Ponto Azul, andando um pouco mais pela Av. José Malhôa, há um teatro. E o restaurante do teatro tb foi um achado. Cozinha internacional, num ambiente pra lá de caprichado, a preços honestíssimos. A curiosidade é que o dono é um alemão, apaixonado por MPB e bossa nova, que morou por mais de 20 anos em Búzios.