Guias de Viagem e Arte

 
 
mar 11 2010

Queco – se ouve por aqui


Manuel Ruiz Queco
nasceu em uma família com tradição flamenca de Córdoba. Desde cedo,  a música foi sua primeira opção. Em 1990 sofreu um grave acidente de tráfego, enquanto convalescia compôs inúmeras canções e trabalhou como produtor. Uma de suas músicas, foi um êxito mundial – Aserejé, vendendo 20 milhões de discos!

Em 2004 retomou sua carreira de cantor, lançando um CD com suas músicas que já eram sucesso na boca de outros. Uma delas: Tengo, foi imediatamente número 1 ao virar a trilha sonora de um dos “grandes hermanos” daquele ano!

Tengo
Tengo, una cosita que su peso en oro vale
Unas ganitas de contarte a lo que sabe
La buena suerte de sentir que estoy queriendo
Tengo, abierta al mundo una ventana de ilusiones
Con la esperanza de llenar los corazones.
De todo aquel que por amor vive sufriendo.

Tengo, un cuarto pequeño con espacio y universo.
Por donde vuela un corazón aventurero.
Buscando la primera luz del alba.

Tengo, tu cuerpo rotando por la memoria.
Es como un virus, que a veces me sabe a gloria.
Y otras veces viene borrándome el alma.

Tengo, que enamorarte como la primera vez.
Hasta poner la luna bajo tus pies.
Para que entiendas que nunca he dejao de quererte.

Tengo, todo lo bueno y lo malo que da el amor.
A veces pienso que estaría solo mejor.
Pero ya ves que no puedo vivir sin tenerte.

Y si llueve, abre tu paraguas.
Tú sabes que siempre te llevaste el gato al agua.
Y si bailas bajo un sol ardiente,
Ten cuidado, las quemaduras, con la luna más se sienten.

Tengo, flores que nacen por amor de pensamiento.
Y otras hierbas que rodean mis sentimientos.
Mostrándome los sueños sin palabras.

Tengo, sólo esta vida pa vivirla como quiera.
Y aunque me cueste conseguirla, a mi manera
Me duele despertar sin tu mirada.

Tengo, que enamorarte como la primera vez
Hasta poner la luna bajo tus pies,
para que entiendas que nunca he dejao de quererte

Tengo, todo lo bueno y lo malo…

Y si llueve abre tu paraguas…

Letra: http://www.quedeletras.com
Música: http://www.goear.com/listen/1bf3bf7/tengo-queco
Foto: http://www.flamenco-world.com/artists/queco/equec.htm

Postado por Patricia de Camargo | Marcadores:

7 Comentários

  1. Vini

    OOO, essa é minha sessão predileta kkkkk, ja tava com saudades de escutar o que se ouve por aí !E aliás muito bom esse rapazinho rsrs !

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  2. Patricia de Camargo

    hehehe fazia tempo mesmo que não colocava nada, mas vai voltar a ser semanal!Beijos

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  3. Isabel O.

    Olá P Que precioso!! A sério, a versão flamenco revisitado é muito interessante.Apesar da proximidade consumimos pouquissima música espanhola por aqui.Confesso que o meu estilo preferido é mesmo o flamenco. Talvez por desconhecer muito do que se faz por aí.Num outro género sempre gostei muito dos Presuntos Implicados (?)e agora da versão da cantora na sua carreira a solo.

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  4. Patricia de Camargo

    Isabel, a Sole Gimenez que era a cantora do Presuntos Implicados tem uma voz impressionante. Tive oportunidade de vê-la aqui em Las Palmas, e é ainda melhor ao vivo e a cores!Toda semana colocarei música por aqui!beijos

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  5. José Luiz Gonzalez

    Que bom que você voltou a postar sobre música espanhola!!Eu conheci o Queco no OT 2008 quando o Pablo e a Anabel cantaram Tengo e depois disso essa música entrou no meu playlist…Mas essa do acidente e de que ele foi o compositor da "grande" obra Aserejé eu não sabia… 😀

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  6. Patricia de Camargo

    José Luiz, viu que ensta semana postei música de viagem, de vez em quando vou postar sobre Cds que comprei em alguma das viagens, caso contrário, será música espanhola!Beijos

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  7. José Luiz Gonzalez

    Ótima idéia essa das músicas de viagem…Tenho que confessar que eu só conheci a Mina após a Brenda ter cantado Grande, grande, grande na final de OT do ano passado (e ainda dizem que OT não é cultura!! :D)E a música que você postou da Mina tem a cara (ou pelo menos o estereótipo) de música italiana…Bjos!

    responder

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  • Depois de ver a série sobre Chernobyl na HBO, decidi comprar o livro da bielorussa e ganhadora do Nobel da Literatura, Svetlana Alexiévich. 🌟Madre mía, que livro. Para quem assistiu a mini série, a história do bombeiro e sua esposa é uma das que aparece nesse conjunto de entrevistas que pouco a pouco conformam diante de nossos olhos a história das pessoas invisíveis e muitas delas “desaparecidas” graças ao acidente de Chernobyl.

Essas vozes vão desenhando o que verdadeiramente aconteceu naquele 26 de abril de 1986 e nos meses subsequentes. E no fundo, vamos compreendendo como se forjou o caráter soviético resignado de entregar à própria vida ao Estado.

Entramos na vida de pessoas que de crianças sofreram com o Cerco a Leningrado (atual São Petersburgo) e que por ironia do destino hoje vivem na enorme área afetada pelo desastre. ➡️ Mas que vivem, sobrevivem vendo crianças que sucumbem aos mais diversos tipos de câncer, mulheres e homens que não podem ter filhos e um desalento que lhes leva a viver de glórias  e tempos passados. Porque além do desastre, das casas que deixaram, dos seres amados que perderam, também viram como seu mundo inteiro desabava com a quebra do bloco soviético.

A escrita de Svetlana é brilhante e como o outro livro que comentei “Pátria”, devia ser outra leitura obrigatória no Ensino Médio. Daqueles livros que fazem com que saímos da zona de conforto do nosso próprio umbigo, porque nos revela um sofrimento que dificilmente quaisquer de nós poderia suportar. Uma zona do mundo onde reina a desesperança. (Link da edição em português na bio)

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  • Nem só do mosteiro vive Alcobaça. Dá uma olhada nas primeiras fotos 🤪 Preparei um guia completo para você desfrutar muito da cidade e do seu Patrimônio Mundial da Humanidade. Link na bio 👈🏽 #alcobaca #portugalovers #foodlovers #ondecomeremportugal #centrodeportugal #restauranteportugal #patrimoniomundialdelahumanidad

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