Guias de Viagem e Arte

 
 
fev 28 2019

12 dicas para montar seu roteiro para New York

Desde 2011 eu ajudo as pessoas a criar sua viagem dos sonhos. Neste post reuno meu know-how no tema para você, dando 12 dicas para montar seu roteiro para New York.

1. Onde é melhor se hospedar em New York?

O preço da hotelaria em New York é de acabar com qualquer orçamento. Portanto, a antecedência é chave para conseguir ficar onde e no hotel que deseja.

Leve em consideração que tem uma praga que está tomando New York. Percevejos? Não, a tal da taxa resort lá de Las Vegas, está sendo cobrada por vários hoteis em Manhattan. Não entendo a lógica, mas fique de olho porque na maioria das vezes ela só é colocada no preço na hora de efetuar o pagamento.

Prá quem vai a primeira vez e não vai só flanar pela cidade, mas vai tentar conhecer o máximo possível, aconselho ficar entre a Pennsylvania Station e o Central Park.

Ficar no Soho, não é legal? É ótimo, mas você vai depender ainda mais do metrô. Isso é um problema? Só se você for um pouco desorientado 😉

Na região de Wall Street dá para garimpar uma boa oferta para hoteis de 4 e 5 estrelas. Mas apenas recomendo para quem vai pela segunda ou terceira vez e já tem mais intimidade com a cidade.

Hoteis e outros tipos de hospedagem que eu já testei: Loews Regency Hotel | The Surrey New York | Park Lane Hotel | Pod Times Square | Sacred Heart Residence | Pod 51 | Wellington Hotel | Brandon Residence
Loews Regency Hotel - Hotel New York

2. Qual a melhor época para viajar para New York?

Não existe época ruim, existe roupa inadequada. É verdade, mas meu amigo já peguei 10 graus abaixo de zero em março com um vento que queimava pernocas debaixo de calça jeans.

Se você não é amigo do frio, vá a partir de abril. Já o verão é como estar numa sauna com entradas constantes em frigoríficos. Porque faz um calor do cão (já fui em agosto), mas os aparelhos de ar-condicionado realmente estão ajustados para o Saara.

Mas a vibe de New York no verão é uma delícia, agora os grandes shows, inclusive nas casas de jazz são menos frequentes. Por outro lado, há muitos festivais ao ar livre.
Caminhada pela Ponte do Brooklyn - New York

3. Quantos dias ficar em New York?

Uma vida 😉 Mas sendo realistas, para uma primeira vez tentaria no mínimo de 5 a 7 dias.

4. Não visite mais de 1 museu por dia

É uma tentação já que do lado do MET, fica o Guggenheim, a Neue Galerie, a Frick Collection, apenas para citar alguns. Mas afasta este cálice, meu filho. No final do dia, você estará cruzando os cabos e não terá assimilado nada, ou seja, um total desperdício!

O que eu faria? Escolheria os museus que vou visitar e a partir destas visitas montaria todo o roteiro daquele dia.

Tente chegar no museu antes das 11:00 horas, porque a partir deste horário aumenta o fluxo de pessoas nos atrativos turísticos. Tente visitá-lo pela manhã, você estará fresco, será muito mais divertido!

Na maioria dos museus, também vale a pena a visita noturna. Sabe aquele dia em que o museu abre até mais tarde (e não tem horário gratuito)? Normalmente, os museus estão mais vazios nestes horários estendidos.
12 dicas para montar seu roteiro para New York

5. Por onde começo a programar o dia a dia em New York?

Monte um mapa em Google Maps, eu ensino como no vídeo abaixo. Coloque tudo que você quer visitar na cidade sem filtros, tudo mesmo, aquela rua linda para fotos, restaurantes, sorveterias, bares, a papelaria da vida, etc.

Para cada tipo de atrativo use um ícone diferente, isso vai te ajudar muito. No Google Maps, você pode usar os deles ou subir os seus próprios ícones.

Colocou tudo? Agora se for ficar 5 dias, liste entre 5 e 10 coisas que são sua prioridade. A partir delas comece a montar seu dia a dia.

Se minha prioridade é o MET, posso começar meu dia provando o cookie do Levain Bakery (abre às 8:00 da manhã), pegar um café em qualquer outro local e ir tomar meu café da manhã no Central Park junto ao Belvedere Castle. Cruzar o parque e chegar ao MET. Passar umas 3 horas por lá, comer no Upper East Side.

Depois pegar o bondinho para Roosevelt Island, ver a cidade de outro ponto de vista. na volta da ilha dá para conhecer a grande loja de descontos – TJMaxx da 59th. e/ou a Bed Bath & Behond da 61St.

Passar pelo Serendipity, para provar a sobremesa mais louca, frozen hot chocolate. E depois andar a esmo pela 5a. avenida até chegar junto a 42 para virar e dar com a zona dos teatros e da Times Square.

6. E o metrô em New York?

Não é a rede mais fácil do mundo, por duas coisinhas. Primeiro, na maioria das estações não dá para trocar de direção (caso você tenha errado) sem sair para a rua (perder aquele bilhete) e ir encontrar a estação que leva para a direção correta. Esta outra estação pode estar a 2 ou mais quadras de onde você se encontra.

Para evitar isso, quando for descer para o metrô, veja na plaquinha se está escrito uptown ou downtown. Uptown quer dizer que vai para cima da ilha, para o norte. Se você estiver no Soho, esta linha vai em direção ao Central Park. Outro exemplo, se estiver na 34, e estiver escrito uptown significa que a numeração vai subir. Também usam Uptown para se referir ao Queens e ao Bronx (para a direção destes bairros).

Downtown, vai em direção a Wall Street e para o Brooklyn. Neste caso, a numeração das ruas vai baixar, se estiver na 20, ele irá para as ruas de numeração menor (19, 18, ….).

Um outro probleminha, há trens expressos que não param em todas as estações e podem te deixar a anos luz de onde você quer realmente chegar.

Para não ficar neura em todas as estações, saiba que olhando o mapa do metrô dá para saber se por lá passam os expressos, neste caso verá um círculo branco. Caso apenas passem os trens que param em todas as estações, verá um círculo preto. Há estações onde param os dois tipos.

Lembre de uma outra questão, na mesma plataforma, podem passar 2 linhas diferentes, portanto fique atento quando o trem se aproximar para ver a linha e se ele é expresso ou não.

Não fique nervoso, a primeira vez é meio tensa, depois você se acostuma. Baixe o aplicativo oficial do metrô para IOS ou Android. Também use o Google Maps, para chegar na estação certa 😉

Na última viagem andei de ônibus e adorei. É a forma mais fácil para chegar e sair do MET porque param do lado do museu. Achei o clima dentro do bus bem mais legal que o do metrô. Até bati papo com uma senhora que conhecia o artista David Hockney. Ela me disse onde eu tinha que descer. Mas em outras ocasiões, fui acompanhando o ônibus pelo Google Maps e sabia quando estava perto da minha parada!

Você também opode usar o metrocard nos ônibus. Aliás, se for ficar mais de 4 dias na cidade, já vale a pena comprar o Metrocard para uma semana. É mais prático e teus erros de metrô só vão te custar tempo e não dólares 😉

O Metrocard para uso ilimitado do sistema de metrô + buses locais custa U$32, mais o valor do cartão do sistema que depois você pode reaproveitar (U$ 1). Se for pagar por cada viagem, desembolsará U$ 2,75.

Assim sendo, se fizer 13 viagens nestes 7 dias, ou seja, menos de 2 viagens ao dia, pagará por cada uma U$ 2,46. Caso faça 20 viagens neste período, cada uma te custará U$ 1,60.

Dica turomaquia: o bondinho para Roosevelt Island também está integrado no sistema do Metrocard.

Eles também tem um sistema que você coloca dinheiro no cartão, ao invés de pagar pelas viagens, o que te dá 5% de desconto sobre o valor do bilhete simples.

Descarregue um mapa bem legal do metrô, clicando aqui.

7. E quanto vou gastar nas refeições em New York?

Meu amigo, o quanto quiser e/ou puder. Tem preços para todos os bolsos.

Mas nos restaurantes mais estrelados ou mais badalados, normalmente é mais barato almoçar do que jantar. Sim, eles costumam ter cardápios diferentes ou como mínimo oferecem um cardápio especial para quem almoça, com preços bem mais convidativos. Estas ofertas costumam apenas ser oferecidas entre semana, ou seja, de segunda a sexta-feira.

O caro mesmo por lá (no meu ponto de vista) é a bebida. Uma taça de vinho nem lá essas coisas pode custar de U$8 a U$12, aqui na Espanha se pagaria uns 3€ ou 4/5€ num restaurante bem legal.

Portanto, uma boa opção é pedir “tap water” que nada mais é do que água potável que sai diretamente da torneira. É grátis e os bons restaurantes colocam um gelinho e alguns até uma rodela de limão ou uma folhinha de menta (ou coisa do gênero).

E não minto quando digo que tem oferta para todos os bolsos. Em breve vou te indicar um bar de dumplings em Chinatown prá comer rezando de tão bom. E que é uma bagatela.

Para aquele café da manhã com um chocolate quente onde se abre uma flor de marsmallow você vai gastar bem mais, mas é outra grande experiência.

Café da manhã em New York

Dá para tomar um café da manhä com bagel recheado com cream cheese (2,50) + café americano (aguado – U$ 2,95) ou expresso duplo (U$ 3,50) por mais ou menos U$ 5,50.

Ou tomar um brunch no The View, que você imagina que tem umas vistas fantásticas por U$ 65,00 + taxas e gorjetas.

Almoço em New York

Na rede italiana Barilla você vai encontrar pastas a partir de U$ 10,00 e saladas a partir de U$ 8,00.

No Shake Shack, hamburger + limonadas + batatas sai por volta de U$ 12,00. Prove ao menos uma vez, o hamburger vegetariano é um dos melhores que eu já comi.

Almoçar comida tailandesa no Upper West Side por U$ 14, que inclui menu de 2 passos + sucos+ taxas.

Jantar em New York

No bonito “The Standard Grill” um prato de uma grande carne para dois (Porterhouse Steak) custa U$ 139 sem taxas e gorjetas.

Também dá para comer no disputado Momofuku Noodle Bar por U$ 25 com um prato de noodle e uma cerveja.

Veja nossas listas: 11 lugares para comer no Soho | 10 lugares para comer no Upper West Side ou perto do Museu de História Natural | 12 lugares para comer perto do MET | 4 clássicos modernos de New York | Tour gastronômico em New York
12 dicas para montar seu roteiro para New York

8. Qual mirante é o mais legal para ver New York desde cima?

Dos 3 famosos: Empire State Building, Top of the Rock e The One é complicado, porque são experiências diferentes.

O Empire tem toda a história nas suas costas, um filme lindo de morrer (com direito a remake).

O Top of the Rock para mim é a melhor vista em si e a área aberta é mais legal para passar um tempo desfrutando da cidade do que a do Empire.

Já no The One, você está na ponta da ilha, há mais tecnologia, mas nenhuma área aberta, ou seja, sempre haverá um vidro entre você e Manhattan.
Top of Rock - O que ver em New York
São atrativos caros, eu escolheria um por ida à cidade 😉 Se teu orçamento está meio baixo, do bondinho para Roosevelt Island você terá uma vista bonita. E também aproveite para reservar um almoço ou um drink em um local com vistas, assim unirá o útil ao gostoso!
Roosevelt Island | O que ver em New York
Lugares para comer ou beber um drink com vistas incríveis: Asiate | Bar 54 no Hotel Hyatt Times | Rooftop do Public Hotel | 230 Fifth | Brooklyn Grange Farm.

9. O que tenho que reservar com antecedência em New York?

O MOMA sempre tem fila pela manhã, portanto vale a pena resservá-lo online. Dá para comprar na mesma semana da viagem ou na noite anterior à visita.

As entradas para os mirantes valem a pena serem compradas antes, mas se tiver que escolher a data, cuidado, porque imagina que bem naquele dia, chove ou neva?! O Top of the Rock permite reservas online para o mesmo dia.

Para alguns restaurantes mais badalados é melhor reservar no mínimo de 1 a 3 meses antes, se estamos falando de estrelados, pode necessitar de mais de 6 meses de antecedência!

Para os shows da Broadway vale a pena reservar antes para aqueles que estejam mais falados, como por exemplo, neste começo de ano – Hamilton, que para os próximos meses só tem ingressos de revenda! Caros prá dedéu!

Para musicais como o “Fantasma da Ópera”, dá para comprar quando chegar lá (eu já fiz isso sem problema). Em alguns dias, os musicais também oferecem apresentações no meio da tarde.

Para assistir ópera no Lincoln Center, compre assim que os ingressos saíam a venda. Da mesma forma, para shows de jazz de cantores renomados.
12 dicas para montar seu roteiro para New York

10. Vale a pena comprar algum passe?

Eu já usei 2 vezes o New York City Pass e continua valendo a pena. O passe custa U$126 e inclui seis atrativos. Só para subir no Empire State Building a entrada básica até 86º andar está custando incríveis 58 dólares \o/

O passe ainda inclui o MET (U$ 25), Museu Americano de História Natural (U$ 28) e depois outras três atrações em que você deve fazer uma escolha:
– Guggenheim (U$ 25) ou Top of the Rock (U$ 39).
– Estátua da Liberdade e Ellis Island (U$18,50) ou Cruzeiros da Circle Line (U$ 37).
– Memorial & Museu do 11 de setembro (U$26) ou Intrepid Museum (U$ 33).

Mas avalie, porque se não quiser visitar ao menos 5 destes lugares ou caso não queira subir ao Empire State Building, pode ser que neste caso não valha a pena.

11. Qual outlet devo visitar?

O Jersey Gardens e o Woodburry estão fora de Manhattan, sem alugar carro e indo de busão, pense que será praticamente programa de dia inteiro.

O Jersey Gardens é menor, coberto, com boa oferta de lugares para comer. Se você não quiser algo específico de uma loja que não está presente neste outlet, vai curtir o local.

O Woodburry é gigantesco, cansa muito e é necessário pegar o mapa e ir marcando o que ver para chegar em algum momento da visita na(s) loja(s) esperada(s) e sonhada(s) 😉

Algumas lojas, como a do Michael Kors parecem lojas normais de grandes superfícies. Bonitas, arrumadas por cores. O mesmo acontecia com a Polo Ralph Lauren. Mas no caso da Nike e da Adidas achei uma bagunca só! Eu não funciono em loja abarrotada de mercadoria, mas se você for um caçador de tesouros, é teu ambiente!

Se você não vai gastar mais de U$ 200,00 em compras, eu diria muito mais que isso ou não vai comprar aquele objeto sonhado, como pode ser uma bolsa Longchamp (vale a pena ir no Woodburry por ela!) fique em Manhattan e conheça os outlets da ilha.

Você vai fazer a festa na Century 21, a loja em downtown é melhor do que se encontra no Upper West Side.

E se quer encontrar barganhas e tem tempo para rebuscar em tudo, vá a Marshalls, TJMaxx, Burling Coat Factory, Bloomimgdale´s Outlet ou Nordstrom Rack.

12. Como ir dos aeroportos ao centro de New York?

Tenho 2 posts para você, um deles com as formas de sair do aeroporto de Newark, que eu achei bem mais prático que o JFK. E também testei as duas principais companhias de traslado que operam no aeroporto JFK.

Depois de ler estas 12 dicas para montar seu roteiro para New York, ainda tem alguma coisa que ficou sem resposta? Conta prá mim nos comentários que eu respondo neste post para você!

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Postado por Patricia de Camargo | Marcadores:

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  • Depois de ver a série sobre Chernobyl na HBO, decidi comprar o livro da bielorussa e ganhadora do Nobel da Literatura, Svetlana Alexiévich. 🌟Madre mía, que livro. Para quem assistiu a mini série, a história do bombeiro e sua esposa é uma das que aparece nesse conjunto de entrevistas que pouco a pouco conformam diante de nossos olhos a história das pessoas invisíveis e muitas delas “desaparecidas” graças ao acidente de Chernobyl.

Essas vozes vão desenhando o que verdadeiramente aconteceu naquele 26 de abril de 1986 e nos meses subsequentes. E no fundo, vamos compreendendo como se forjou o caráter soviético resignado de entregar à própria vida ao Estado.

Entramos na vida de pessoas que de crianças sofreram com o Cerco a Leningrado (atual São Petersburgo) e que por ironia do destino hoje vivem na enorme área afetada pelo desastre. ➡️ Mas que vivem, sobrevivem vendo crianças que sucumbem aos mais diversos tipos de câncer, mulheres e homens que não podem ter filhos e um desalento que lhes leva a viver de glórias  e tempos passados. Porque além do desastre, das casas que deixaram, dos seres amados que perderam, também viram como seu mundo inteiro desabava com a quebra do bloco soviético.

A escrita de Svetlana é brilhante e como o outro livro que comentei “Pátria”, devia ser outra leitura obrigatória no Ensino Médio. Daqueles livros que fazem com que saímos da zona de conforto do nosso próprio umbigo, porque nos revela um sofrimento que dificilmente quaisquer de nós poderia suportar. Uma zona do mundo onde reina a desesperança. (Link da edição em português na bio)

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