Guias de Viagem e Arte

 
 
nov 20 2018

Onde comer crepe em Paris | Breizh Café

Eu não vou te contar nada novo. Muitos blogueiros respondem esta pergunta: Onde comer crepe em Paris, da mesma maneira. Mas por outro lado, não podia deixar de recomendar para meus leitores este local que de certa forma nasce em 1995, quando Bertrand Larcher vai estudar na Escola de Hotelaria de Dinard.

Curiosidade: ele abriu sua primeira creperia no Japão. Foi em 1998, na cidade de Tóquio.

Já a primeira creperia em Paris apenas foi inaugurada em 2007 e foi nesse estabelecimento que decidi entrar no mundo do chef premiado. Li algumas críticas não tão boas sobre o serviço nas outras filiais e por isso preferi ir direto à “fonte”.

Onde comer crepe em Paris | Breizh Café – o Serviço e o Local

O serviço foi incrivelmente amável. Tivemos a sorte de conhecer o Clèment, que já tinha morado em Portugal, no Brasil e falava português. Não adianta nada ter uma comida incrível se o atendimento for mal-humorado, arrogante ou displicente. O Clèment fez com que minha experiência no Breizh Café fosse perfeita.

Onde comer crepe em Paris | as Galettes e os Crepes

O crepe salgado é chamado de galette e leva uma farinha diferente, sarracena. Ela é marrom e para meu paladar, muito mais gostosa. É feita de trigo negro e é uma tradição da Bretanha. Apesar disso, este trigo surgiu lá pelo século 10 na Ásia! Uma coisa ótima para que tem intolerância, o trigo sarraceno não contém gluten.
Onde comer crepe em Paris - Breizh Café
Já nos crepes doces se usa a farinha normal e sim são chamados realmente de crepes.
Onde comer crepe em Paris - Breizh Café
Se você quiser seguir a tradição, peça uma galette complète com presunto, queijo e ovo. Eu fui de especial com vieiras, que estavam no ponto perfeito, mais alho poró e um creme fresco. Custou 18,50€. Para beber, sidra da casa, a garrafa de 500 ml custava 9,50€. A sidra é servida nestes copos que parecem umas tigelinhas. Eu não comi o crepe doce, mas vou confessar que teria comido metade de outra galette.
Onde comer crepe em Paris - Breizh Café
Gastei 23,25€, porque dividi a garrafa de Sidra com a Renata do Direto de Paris. Ela comeu um crepe doce com chocolate que custou 6,80€.
Onde comer crepe em Paris - Breizh Café

Momento extra: no banheiro do Breizh Café você encontra um gel de lavar as mãos da deliciosa e cara Aésop (suspiros!)

Breizh Café – endereços em Paris

Eu visitei a loja do Alto Marais: 109 Rue Vieille du Temple, 75003. Abre todos os dias das 10:00 às 23:00 horas. Para comer nos horários mais tradicionais, aconselho reservar! Combina com uma visita ao Museu Picasso.

Breizh Café Montorgueil (no 2o. arrondissement): 14 Rue des Petits Carreaux, 75002. Abre de segunda a sexta-feira das 8:00 à 1 da manhã e no sábado e domingo abre uma hora mais tarde, às 9:00 horas. Combina com uma visita ao Louvre e compras no Les Halles. E também fica do lado do Museu de Arts et Métiers.

Breizh Café Odéon (no 6o. arrondissement): 1 Rue de L´Odéon, 75006. Abre de segunda a sexta-feira das 11:30 às 23:00 horas e no sábado e domingo das 10:00 às 23:00 horas. Combina com compras na Citypharma e relax no Jardim de Luxemburgo.

Site: https://breizhcafe.com/fr/

Onde comer crepe em Paris | outros Locais

A Renata recomenda uma rede de creperias, a Framboise. Para saber mais, clique aqui. E também no Marais, a Creperia Suzette.
Onde comer crepe em Paris - Breizh Café

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5 Comentários

  1. Renata Rocha Inforzato

    Oi Pati, o post ficou ótimo e revivi o nosso jantar lendo o seu relato. Adorei! Espero que vc volte logo para a gente descobrir mais lugares.. Um beijão

    responder
  2. Vanessa Matos Monte

    Patricia, vou passar 17 dias em Paris agora em dezembro. Qual o melhor passe de transporte para este período de tempo, na sua opinião?

    responder
  3. Vanessa Matos Monte

    Em Montparnasse… Mas chegaremos numa quarta-feira no aeroporto CDG. Talvez então seja melhor pagar o RER para Paris e o T+10, só na segunda-feira seguinte comprar o Navigo Découvert, confere?

    responder
    • Patricia de Camargo

      Vanessa, isso mesmo. E se organiza para de quinta a domingo fazer passeios com menos deslocamentos, para tirar mais proveito ainda do Navigo na seguinte semana 🙂

      responder

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  • Depois de ver a série sobre Chernobyl na HBO, decidi comprar o livro da bielorussa e ganhadora do Nobel da Literatura, Svetlana Alexiévich. 🌟Madre mía, que livro. Para quem assistiu a mini série, a história do bombeiro e sua esposa é uma das que aparece nesse conjunto de entrevistas que pouco a pouco conformam diante de nossos olhos a história das pessoas invisíveis e muitas delas “desaparecidas” graças ao acidente de Chernobyl.

Essas vozes vão desenhando o que verdadeiramente aconteceu naquele 26 de abril de 1986 e nos meses subsequentes. E no fundo, vamos compreendendo como se forjou o caráter soviético resignado de entregar à própria vida ao Estado.

Entramos na vida de pessoas que de crianças sofreram com o Cerco a Leningrado (atual São Petersburgo) e que por ironia do destino hoje vivem na enorme área afetada pelo desastre. ➡️ Mas que vivem, sobrevivem vendo crianças que sucumbem aos mais diversos tipos de câncer, mulheres e homens que não podem ter filhos e um desalento que lhes leva a viver de glórias  e tempos passados. Porque além do desastre, das casas que deixaram, dos seres amados que perderam, também viram como seu mundo inteiro desabava com a quebra do bloco soviético.

A escrita de Svetlana é brilhante e como o outro livro que comentei “Pátria”, devia ser outra leitura obrigatória no Ensino Médio. Daqueles livros que fazem com que saímos da zona de conforto do nosso próprio umbigo, porque nos revela um sofrimento que dificilmente quaisquer de nós poderia suportar. Uma zona do mundo onde reina a desesperança. (Link da edição em português na bio)

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