Guias de Viagem e Arte

 
 
set 26 2019

Roteiro Roussillon – o Guia do Luberon na Provence (Parte 2)

Tons de laranja que chegam ao vermelho contrastam com o verde das árvores e com o azul profundo do céu da Provence. Seus olhos percorrem este pequeno mundo e entendem a fascinação de tantos artistas por esse lugar.

Viaje comigo neste post, para conhecer a cidade assentada sobre um enorme depósito de ocre e outros vilarejos nesse Roteiro Roussillon – Provence.
Roteiro Roussillon - o Guia do Luberon na Provence

Para ver a primeira parte deste Guia do Luberon, clique aqui.

Roteiro Roussillon – Provence

Roussillon surge a partir de um castelo construído no século X, mas seus depósitos de ocre já haviam sido explorados desde a Pré-história. Até os romanos que marcaram uma forte presença na Provence, usaram o ocre da região.

Apesar desta exploração primária, o ocre de Roussillon só se converteu num produto industrial importante para a cidade no final do século 18. Foi quando Jean-Etienne Astier teve a ideia de lavar as areias carregadas de ocre para extrair o pigmento puro.

A cidade ganhou fama e dinheiro. Após a Segunda Guerra Mundial, a cidade que havia sido a maior produtora de ocre da Europa, viu seu produto sendo pouco a pouco substituído pelos colorantes sintéticos.
Roteiro Roussillon - o Guia do Luberon na Provence

O que é o ocre?

Primeiro, sabe da onde vem a palavra? Do latim ochra que procede de uma palavra grega que significa amarelo.

O ocre é um mineral formado pelo óxido de ferro misturado à areia. Foi utilizado na pré-história para pintar as cavernas e depois como colorante natural.

Sentier des Ocres

Antes de tudo visite o lugar mais louco da cidade, o Sentier des Ocres. Uma antiga pedreira de onde se extraía o ocre. A extração criou uma paisagem bem parecida a um quadro surrealista, com grandes sulcos e cortes profundos na terra, que permitem ver mais de 17 tons do mineral.

Há dois caminhos para explorar o atrativo, ambos bem sinalizados. O mais curto se realiza em 30 minutos e o mais longo, em mais ou menos 1 hora.

Os caminhos passam por áreas abertas e se enveredam por bosques, que acentuam ainda mais (se é possível) a beleza do lugar.

Dica turomaquia: o ocre “suja” a roupa, por isso te aconselho a não levar roupas brancas nem aquela que você considera de estimação 😉 Também não é passeio para um dia de chuva!

Os horários de abertura durante o ano variam bastante, por isso consulte este site para assegurar-se antes da visita: https://www.luberon-apt.fr/massif-des-ocres/le-sentier-des-ocres/visiter-le-sentier-des-ocres

O atrativo costuma estar fechado entre a 2a. semana de janeiro e a 1a. de fevereiro. A entrada custa 3€.
Roteiro Roussillon - o Guia do Luberon na Provence
Roteiro Roussillon - o Guia do Luberon na Provence

Usine d´ocre Mathieu

Caso pense em passar boa parte do dia por Roussillon, visite a antiga usina de ocre – Mathieu. Entre 1921 e 1963, esta fábrica produziu aproximadamente 1.000 toneladas de ocre por ano.

Além de entender mais sobre o ocre e seu processo de extração e refinação, também poderá participar de oficinas relacionadas ao mineral.

A entrada custa 7€, para ver os horários de funcionamento clique em: https://www.luberon-apt.fr/massif-des-ocres/usine-d-ocre-mathieu/visiter-l-usine-d-ocre-mathieu.

Caso decida visitar a fábrica, aproveite e compre o ingresso combinado com o “Sentier des Ocres” que custa 7,50€.

Roussillon: o centro e onde comer

O centro de Roussillon é compacto. Como as casas seguem os mesmos tons de ocre, é bem diferente dos demais vilarejos do Luberon.

Percorra as ruas, observe as vigas de ferro nas fachadas que suportam as paredes antigas (como na foto mais à esquerda abaixo). O exterior das casas de cal exige manutenção a cada 10 anos, quando as fachadas voltam a ser pintadas pela cor decidida pelos cidadãos.
Roteiro Roussillon - o Guia do Luberon na Provence
Roteiro Roussillon - o Guia do Luberon na Provence
Termine ou comece o passeio na boulangerie “Au temps passé”, aberta desde 1932. Há mesas no interior e também vários produtos artesanais, como o xarope de lavanda para saborizar água.
Roteiro Roussillon - o Guia do Luberon na Provence

Minas de Bruoux

Pegue o carro e se dirija às Minas de Bruoux, a 6,8 km de Roussillon.

Com o apogeu do ocre, as pedreiras ao ar livre não davam conta do recado e começaram a explorar o mineral adentrando-se na terra. Os mineradores com suas picaretas abriram 40 km de galerias subterrâneas, algumas com 15 metros de altura.

A visita é sempre guiada, dura um pouco mais de 1 hora e atravessa 650 metros das galerias. A guia fala francês, mas eles facilitam uma folha com o itinerário em espanhol. Chegue um pouco antes e leia esta folha antes de entrar, em nenhum momento me senti perdida com esta pequena ajuda interpretativa 😉

E se valeu a pena? Eu adorei ver esta paisagem alterada, sentir a coragem destes mineiros, que em 1928 eram 150 que extraíam ao ano 40.000 toneladas de ocre destas minas!

A reserva é realizada por telefone, como meu parco francês não dá para tanto, arrisquei e consegui comprar a entrada na hora. Durante a alta estação, de 6 de julho a 25 de agosto, eles oferecem duas visitas em alemão – 11:30 e 12:00 horas; uma em italiano às 12:15 horas e uma em inglês às 12:30 horas.

Minha guia era super animada e só pelo tom de voz já conseguia entender em que parte ela estava do tour, que me custou 8,90€. Junto às minas há uma loja e um pequeno bar.
Roteiro Roussillon - o Guia do Luberon na Provence
Para ver todos os horários, visite o site oficial: https://www.minesdebruoux.fr/mines-de-bruoux-site-ocrier-du-luberon/preparez-votre-visite/horaires-tarifs/

Uma ponte romana no meio do caminho: Ponte Julien

Saindo das Minas de Bruoux, em apenas 11 minutos (9,5 km) chegará à ponte Julien, do século III d.C.. Essa ponte formava parte da Via Domitia (romana) que ligava Roma à Espanha.

Estacione o carro e verá aparecer na sua frente essa senhora de pedra, linda e serena. Até 2005, os carros passavam sobre a ponte, que agora está aberta apenas para pedestres e bicicletas.
Roteiro Roussillon - o Guia do Luberon na Provence

Goult

Da ponte para o vilarejo que escolhi como base para explorar o Luberon – Goult. Adorei a cidade, a casinha que alugamos e a facilidade de chegar aos grandes atrativos da região.

A cidade é menos turística que suas irmãs, mas não deixa de ser lindona com seu antigo castelo e edifícios construídos sobre extratos de rocha bruta. Realmente este tipo de construção é impactante e acho que é o diferencial da cidade.

Se for chegar por aqui no final do dia, reserve para jantar no La Bartavelle, não vai se arrepender 😉 Menus a partir de 39€ e opções  para crianças até 10 anos por 18€.

Abre para jantar de quinta-feira a segunda-feira (19:30 às 21:00 horas), e apenas nos domingos também na hora do almoço (12:00 às 13:30 horas).
Site: https://labartavellegoult.com

Site oficial do turismo de Goult: http://www.goult.fr/index.htm
Roteiro Roussillon - o Guia do Luberon na Provence
Roteiro Roussillon - o Guia do Luberon na Provence
Roteiro Roussillon - o Guia do Luberon na Provence
Roteiro Roussillon - o Guia do Luberon na Provence

Minha casa na Provence

A casa que ficamos em Goult era anexa à casa da proprietária e com estacionamento na frente da nossa porta. Isso é algo que você deve levar em conta ao escolher sua base, estacionar na Provence é um pesadelo (na maioria dos casos).

A Lucie era um amor, respondia de forma rápida antes e durante nossa estadia. O que pode parecer algo normal, mas pela minha experiência com AirBnB, nem sempre os proprietários são tão solícitos.

A casa é pequena, mas recebe bem 2 adultos (que era nosso caso), bem como uma família com 2 crianças pequenas. Cozinha equipada, banheiro grande, uma pequena sala com mesa de jantar. Na parte de cima, 1 cama de casal, uma cama de solteiro e a possibilidade de solicitar um berço. Paguei por 3 diárias para duas pessoas, 241,22€.

Eu recomendo e voltaria a me hospedar, se você quiser ganhar um desconto de 25€ na sua primeira estadia no AirBnB e ainda 9€ de crédito na plataforma, clique aqui. Para encontrar esta casa, digite: “Lovely House in heart of Provence”.
Roteiro Roussillon - o Guia do Luberon na Provence

Ménerbes e a história de desamor entre Dora Maar e Picasso

A cidade que fica a 9,1 quilômetros de Goult, ganhou fama por ser o local onde primeiramente se instalou o escritor Peter Mayle, dos livros “Um ano na Provence” e “Para sempre Provence”.

A cidade é um charme e abriga uma história de desamor. Em 1944, Dora Maar era a mulher “oficial” de Picasso que seguia casado com Olga. Mas neste momento, a fotógrafa surrealista já estava perdendo seu lugar no coração de Picasso para outra artista, Françoise Gillot.

E Picasso o que fez? Comprou uma casa do século 18 em Ménerbes e deu de presente a Dora Maar. Uma forma de distanciar-se da amante. Dora faleceu em 1997 vivendo em Paris, sua casa em Ménerbes estava abandonada e acabou sendo comprada pela americana, Nacy Negley. Ela restaurou a casa e a converteu num local que aloja artistas e escritores selecionados pelo Museu de Houston.

Site da Dora Maar House: https://www.mfah.org/fellowships/doramaarhouse/residence/
Mulheres artistas na Provence

Ménerbes e Jane Eakin

A pintora norte-americana Jane Eakin veio à França para acompanhar seu marido, o jornalista Robert Kleiman, isso na década de 1950. Ele esperava que ela deixasse de lado esse lance de pintar e se convertesse (para ser bem clara) em uma mulher “cabide”.

Ela não deixou de pintar, eles se divorciaram. Após um relacionamento com o violinista e maestro Isaac Stern, ela abandonou de vez Paris. E motivada pelo também artista Joe Downing comprou uma casa em Ménerbes, na qual morou até sua morte em 2002.

Ela deixou sua casa e obras para a cidade. Sua casa se converteu em museu e pode ser visitada entre maio e final de setembro, para ver todos os horários, visite este site: https://www.luberon-apt.fr/visites/maison-jane-eakin-1810164. A entrada é gratuita.
Jane Eakin

Locações de “Um Bom ano” – Château de la Canorgue

Este château abriga a casa herdada por Russell Crowe em “Um Bom Ano”. Eles abriram a parte das locações do filme para visitas, mas parece que a experiência não foi das melhores e resolveram fechar esta etapa de cine, como eles mesmo advertem no site.

Apenas a loja onde vendem seus vinhos pode ser visitada de segunda a sábado das 9:00 às 12:00 e das 14:00 às 18:00 horas. Para saber mais, inclusive a localização do vinhedo, visite o site oficial: https://chateaulacanorgue.com/gb/gb/plan.php

Lacoste: a cidade do Marquês de Sade

Sete quilômetros para chegar ao vilarejo que ganhou fama graças ao Marquês de Sade. Em 1771, ele  saiu pitando de Paris por causa dos escândalos gerados por sua novela erótica e se refugiu no castelo que reina sobre Lacoste. Dizem que neste castelo realizava grandes orgias.

Durante a revolução de 1789, o edifício foi saqueado, ficou em ruínas até a chegada de Pierre Cardin, que restaurou parte do castelo e ainda construiu um teatro com 1.000 lugares e um cenário de ópera que apenas abre para o Festival de Lacoste entre julho e agosto.

Deixe o carro na parte baixa e suba até o castelo. Se não tiver tempo (a entrada é um pouco cara para o que oferece), deixe o castelo de lado e apenas suba relaxadamente pelas ruelas do vilarejo.

Site do Festival de Lacoste: https://www.festivaldelacoste.com

Bonnieux, a terra do pão

Outro vilarejo, mas desta vez as casas são mais claras, ou seja, Bonnieux tem outra paleta de cores.  Suba até a igreja que fica no alto da cidade, para ter uma linda vista da planície repleta de videiras e oliveiras.

Entre numa bolangerie e prove o produto estrela de Bonnieux, o pão. Ou quem sabe, visite o museu dedicado a este alimento milenar.

Bem perto da cidade, encontra-se a “Forêt des Cèdres”. Um bosque de cedros protegido, com três caminhos marcados. Não é um lugar singular, mas se estiver praticando o “low tourism” na Provence, pode ser um passeio gostoso para relaxar em meio à natureza e fazer uma caminhada.

Lourmarin, terra de escritores

Peter Mayle começou sua vida na Provence em Ménerbes e faleceu em Lourmarin. Esta é uma cidade que tem vida fora da temporada. Portanto, se vier no inverno encontrará locais abertos e gente pelas ruelas.

O escritor e prêmio nobel Albert Camus, bem como Henri Bosco, que não ganhou o Nobel, mas esteve nominado 4 vezes viveram em Lourmarin! Ambos foram enterrados no cemitério da cidade.

O Château de Lourmarin pode ser visitado o ano todo, para ver os horários visite o site oficial: www.chateau-de-lourmarin.com A entrada custa 6,80€.

Restaurante La Fenière

Para terminar esta jornada sem deixar a peteca cair, jante e se der se hospede no Auberge La Fenière. A chef auto-didata Reine Sammut tem 1 estrela Michelin,  confirmada a cada nova lista.

Atualmente trabalha “codo a codo” com sua filha Nadia Sammut. Como ela é celíaca, ambas transformaram o restaurante no primeiro estrelado a praticar uma cozinha sem glúten.

Além de comer a la carte, o cliente pode escolher um menu de 4 etapas (55€) apenas ofertado na hora do almoço ou de 6 etapas a 90€ e de 8 etapas por 130€.

No mesmo local, também abriram um bistrot que funciona de abril a setembro de forma regular. Mas que abre todos os domingos do ano para oferecer um brunch a 39€.

De abril a setembro, o menu do bistrot custa 32€, oferecido de sexta a terça-feira, com exceção do domingo, em razão do brunch.

Site oficial do auberge: http://www.aubergelafeniere.com

Para saber mais e reservar o hotel, clique aqui.
La Feniere

Roteiro Roussillon – o Guia do Luberon na Provence – Onde se hospedar

Eu escolhi ficar em Goult por 3 noites e já mostrei a minha casinha. Além desta casa em Goult e do Auberge La Fenière, veja outras opções legais de hospedagem dentro desse Roteiro Roussillon – Provence.

Onde domir em Roussillon

1. Hotel Les Ambres, 3 estrelas com piscina, que você vai agradecer muito se visitar a região na primavera/verão. O hotel fica a 1,5 km do centrinho de Roussillon. Para ver fotos e reservar, clique aqui.

2. La Clé des Champs & Spa, outro 3 estrelas com piscina, mas que fica um pouco mais longe do centrinho, a 3 km.
Para ver fotos e reservar, clique aqui.

3. Les Sables d’Ocre, 3 estrelas com piscina a meio quilômetro do centro da cidade. Este hotel está dentro de uma área verde enorme.
Para ver fotos e reservar, clique aqui.

Onde domir em Goult

4. Propriété La Sauvage, uma casa para chamar de sua, principalmente se estiver viajando em família ou com amigos, porque conta com 5 dormitórios, cozinha equipada e piscina.
Para ver fotos e reservar, clique aqui.

Onde domir em Ménerbes

5. Villa Grenache, outra casa que abriga até 10 pessoas com 5 dormitórios e uma piscina linda. E sabe o mais legal? Pelas manhãs, servem um café-da-manhã para os hóspedes da vila! Para ver mais fotos e reservar, clique aqui.
Roteiro Roussillon - o Guia do Luberon na Provence
6. Bed & Breakfast Nulle Part Ailleurs, um hotel com quarto simples mas com um entorno maravilhoso e uma piscina com vista às montanhas. Fica próximo ao centro de Ménerbes. A única coisa, para conseguir reservar, é necessário bastante antecedência 🙁 Para ver fotos e reservar, clique aqui.

Onde domir em Lourmarin

7. Mas la Chêneraie, outro hotel com quartos simples, mas com um entorno de babar e piscina com vistas. Fica próximo ao cento de Lourmarin. Oferece café-da-manhã sem glúten. Para ver fotos e reservar, clique aqui.

8. Le Chat Sur Le Toit, este bed & breakfast está no centro da cidade. Tem uma excelente relação custo x benefício. Oferece estacionamento gratuito. Para ver fotos e reservar, clique aqui.

9. Gris Piedra Home, um apartamento de 25 metros quadrados para 2 pessoas no centro de Lourmarin. É uma graça, a única coisa é que afirmam que há estacionamento público próximo ao apartamento, se você não se estressar, vale a pena. Para ver mais fotos e reservar, clique aqui.
Roteiro Roussillon - o Guia do Luberon na Provence
10. Mas Jolie Garrigue, pensão bem próxima do centro e com quartos estilosos e modernos. Alguns quartos tem vista para a piscina. Para ver fotos e reservar, clique aqui.

11. Bastide Bellugue, bed & breakfast com piscina e um ótimo preço, que fica a 2 km do centro de Lourmarin. Oferece estacionamento gratuito. Para ver fotos e reservar, clique aqui.

Vlogs do Roteiro Roussillon – Provence


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  • Depois de ver a série sobre Chernobyl na HBO, decidi comprar o livro da bielorussa e ganhadora do Nobel da Literatura, Svetlana Alexiévich. 🌟Madre mía, que livro. Para quem assistiu a mini série, a história do bombeiro e sua esposa é uma das que aparece nesse conjunto de entrevistas que pouco a pouco conformam diante de nossos olhos a história das pessoas invisíveis e muitas delas “desaparecidas” graças ao acidente de Chernobyl.

Essas vozes vão desenhando o que verdadeiramente aconteceu naquele 26 de abril de 1986 e nos meses subsequentes. E no fundo, vamos compreendendo como se forjou o caráter soviético resignado de entregar à própria vida ao Estado.

Entramos na vida de pessoas que de crianças sofreram com o Cerco a Leningrado (atual São Petersburgo) e que por ironia do destino hoje vivem na enorme área afetada pelo desastre. ➡️ Mas que vivem, sobrevivem vendo crianças que sucumbem aos mais diversos tipos de câncer, mulheres e homens que não podem ter filhos e um desalento que lhes leva a viver de glórias  e tempos passados. Porque além do desastre, das casas que deixaram, dos seres amados que perderam, também viram como seu mundo inteiro desabava com a quebra do bloco soviético.

A escrita de Svetlana é brilhante e como o outro livro que comentei “Pátria”, devia ser outra leitura obrigatória no Ensino Médio. Daqueles livros que fazem com que saímos da zona de conforto do nosso próprio umbigo, porque nos revela um sofrimento que dificilmente quaisquer de nós poderia suportar. Uma zona do mundo onde reina a desesperança. (Link da edição em português na bio)

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